segunda-feira, 25 de julho de 2011

Roteamento – Resumo Rápido

Resumão sobre Roteamento e os principais aspectos cobrados pela CISCO no exame CCNA.
Tipos de roteamento e um pouco de suas particularidades.


Roteamento

Para ser capaz de efetuar o roteamento de pacotes, o router deve ter conhecimento de, no mínimo, o seguinte:

º Endereço de destino;
º Routers vizinhos;
º Rotas possíveis as redes remotas;
º Melhor rota para cada rede remota;
º Como manter e verificar informações relativas ao roteamento.

Existem hoje 3 tipos de roteamento, são eles: Roteamento Estático, Roteamento Default e Roteamento Dinâmico.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Oi seleciona 235 estudantes para estágio

Empresa de telefonia tem vagas para universitários em todo o Brasil. Inscrições vão até o dia 1º de agosto

Já estão abertas as inscrições para o Programa Geração Estágio da Oi. Foram disponibilizadas 235 vagas em todo o Brasil, principalmente para as áreas de Administração, Economia, Engenharia, Contabilidade, Direito, Comunicação Social, Tecnologia da Informação, Matemática e Estatística.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Como funciona a fibra ótica

Você sabe como funciona o sistema que oferece conexões muito superiores às conhecidas hoje? Acompanhe este artigo e entenda o funcionamento da fibra ótica.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Segurança de Redes Wireless

É importante entender que redes sem-fio introduzem uma série de vulnerabilidades que não existem em redes convencionais. Algumas destas vulnerabilidades permitem o acesso e o furto de informações críticas, ou mesmo que um invasor interrompa algum servidor crítico, causando prejuízos astronômicos para uma grande corporação. Por estas razões, é importante compreender quais os riscos e quais as medidas preventivas disponíveis para implementação.
Dentre as ameaças existentes, eis as que fazem parte do escopo do exame CCNA:

terça-feira, 5 de julho de 2011

Redes Sem Fio (Wireless Networks)

Nunca a comunicação sem fio esteve tão presente na vida do usuário final como atualmente. Seja através do acesso à Internet via celular, seja na transmissão infravermelho entre palmtops e/ou laptops, na comunicação bluetooth entre PCs e periféricos ou no acesso a redes IP via WI-FI. Além disso, novas tecnologias já aparecem prometendo revolucionar ainda mais a comunicação de dados sem fio, como é o caso do WIMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access: Tecnologia sem-fio que permite velocidades de até 130 Mbps com alcance de até 45 Km).

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Roteadores e Switches de Camada 3

Enquanto a maioria dos switches opera na camada de enlace de dados (camada 2) do Modelo de referência OSI, alguns incorporam funções de um roteador e também operam na camada de rede (camada 3). Na verdade, um switch de camada 3 é muito parecido com um roteador.

Quando um roteador recebe um pacote, ele observa os endereços da fonte e do destino da camada 3 para determinar o caminho que o pacote deve tomar. Um switch padrão utiliza os endereços MAC para determinar a fonte e o destino do pacote. Este procedimento é feito na camada 2 (enlace de dados) da rede.

Hackers e Crackers: as diferenças

Com os acontecimentos dos últimos dias, muito foi falado sobre hackers e crackers. Mas, afinal, o que estes termos significam e quais as diferenças entre esses experts da computação?

Para entender um pouco melhor, é necessário saber o que cada um dos nomes significa. Hackers são indivíduos que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas ou adaptando as antigas. Já cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.

terça-feira, 21 de junho de 2011

[Atualização] Wireshark 1.4.7

O Wireshark é um dos sniffers (farejadores) de redes mais conhecido e utilizado por hackers e crackers, com ele é possível interceptar e desencriptar diversos pacotes de dados de diversos tipos de protocolos, como: HTTP, POP3, SMTP, FTP, dentre outros. Para você ter uma idéia, com o Wireshark é possível capturar senhas de sites, conversas em mensageiros instantâneos (MSN, Skype, etc), emails, senhas de FTP, dentre outras informações, além disso o Wireshark também é muito utilizado por administradores de redes, para identificar ações suspeitas ou ilegais de acordo com a política de privacidade e segurança da empresa.

Quais os principais programas maliciosos? Onde estão? Onde atacam? Relatório da Kaspersky responde

Os dados estatísticos mencionados neste artigo englobam todos os países da América do Sul e também os da América Central e Caribe. As estatísticas estão baseadas nos dados obtidos pelo Kaspersky Security Network entre janeiro e março de 2011 e ajudam a entender a proporção geral dos ataques e as tendências atuais na região.

Os 20 principais programas maliciosos
É interessante notar que pelo menos um terço dos malware mais disseminados na região da América Latina são as ameaças do "dia zero", que podem ser detectadas com bons sistemas heurísticos, mas não com tecnologias padrão, como as utilizadas para detecção por assinaturas.


domingo, 12 de junho de 2011

TelePresença da Cisco para todos, em qualquer lugar

O futuro é agora com a TelePresença da Cisco

A TANDBERG agora faz parte da Cisco. Juntos, potencializam a nova forma de trabalhar, segundo a qual todas as pessoas, em qualquer lugar podem ser mais produtivas por meio da colaboração presencial. Conheça a linha completa de soluções e experiências da TelePresença da Cisco. Bem-vindo ao seu futuro no trabalho, na sala de aula, na estrada, na sua comunidade ou em casa.
Com a TelePresença da Cisco:
  • É fácil programar; não há necessidade de suporte da equipe de TI
  • Iniciar uma reunião é tão simples quanto dar um telefonema.
  • Os controles da sala são intuitivos; aplicativos de colaboração são simples.
  • Os participantes podem se reunir de várias salas de uma única vez, com até 48 locais participando de uma única reunião
  • Os usuários podem facilmente incorporar aplicativos de colaboração como o Cisco WebEx
  • Sistemas de conferência SD ou HD existentes podem ser facilmente integrados.
Agora é mais fácil do que nunca ver as expressões faciais durante as discussões e negociações corporativas cruciais em toda a "mesa virtual".

Cisco TelePresence Vision


quarta-feira, 8 de junho de 2011

IPv6 - Momento da Transição



Com o esgotamento do IPv4 no estoque central, é cada vez mais urgente a implantação do IPv6 na Internet, em especial nos sites e outros serviços Web.

Autor: NIC.br

Configuração do OSPF em um router Cisco

A configuração do protocolo OSPF em routers Cisco é bastante direta, e realizada em apenas 2 passos:

  1. Habilitar o processo OSPF no router via comando “router ospf {ID do processo OSPF}”
  2. Associar areas OSPF às interfaces, via comando “network {rede ou endereço IP} {wildcard} {area}”

OSPF - Open Shortest Path First

O protocolo OSPF (Open Shortest Path First), definido pela RFC 2328, é um protocolo IGP (Interior Gateway Protocol), ou seja, desenhado para uso intra-As (Sistema Autônomo). O protocolo OSPF foi desenvolvido para atender às necessidades colocadas pelas comunidades da Internet, que demandavam um protocolo IGP eficiente, não-proprietário e inter-operável com outros protocolos de roteamento.

terça-feira, 7 de junho de 2011

IS-IS - Intermediate- System-to-Intermediate-System

Muitos não sabem, mas o protocolo ISIS foi concebido pela ISO e, por isso, pode ser mapeado diretamente ao modelo ISO-OSI. Existem muitas semelhanças que merecem ser observadas entre os protocolos de roteamento ISIS e OSPF. Ambos são protocolos de roteamento definidos como “link state”, são “classless”, possuem tipos específicos de routers definidos em diferentes partes da rede, são hierárquicos (podem definir áreas distintas) dentre outras semelhanças. O número de diferenças entre ambos, entretanto, também é igualmente numerosa.

domingo, 5 de junho de 2011

VLSM - VARIABLE-LENGHT SUBNET MASK

Tamanho Variável de Máscara de Subrede
 
Quando uma rede IP possui mais de uma máscara de sub-rede, é considerada uma rede com tamanho variável da máscara de sub-rede ("variable lenght subnet masks" – VLSM), já que os prefixos de rede estendidos possuem diferentes tamanhos. 

Quando se utiliza o protocolo RIP-1, as máscara de sub-rede devem ser uniformes ao longo de todo o prefixo de rede. O RIP-1 só permite uma única máscara de sub-rede em cada número de rede pois ele não fornece informação da máscara como parte das mensagem de atualização das tabelas de roteamento. Na falta desta informação, RIP-1 é forçado a assumir algumas simples considerações sobre a máscara que deverá ser aplicada à qualquer rota já existente. 


domingo, 29 de maio de 2011

Ataques DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed DoS)

Quem acompanha os noticiários de tecnologia ou segurança certamente já se deparou com matérias que citam ataques DoS ou ataques DDoS a sites ou servidores na internet. No entanto, poucos realmente sabem o que essas ações significam, como funcionam e quais suas consequências. Por esse motivo, apresentamos a seguir uma explicação rápida sobre essas questões.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Protocolo de Roteamento OSPF

Nesta vídeo-aula mostra-se de forma simplificada, a configuração do protocolo de roteamento OSP. Parte I e II

terça-feira, 24 de maio de 2011

Internet Revelada

O vídeo, narrado em português, apresenta o conceito de "troca de tráfego" e dos "pontos de troca de tráfego", essenciais para o funcionamento da Internet. Ganhador de um concurso promovido pela associação de PTTs EuroIX, o vídeo mostra que a Internet funciona por conta da cooperação entre seus participantes.

Atenção: video exclusivamente para fins educacionais.

Fonte: www.zappiens.br

domingo, 22 de maio de 2011

Roteamento Classless x Classful

Com certeza, todos que trabalham com redes já devem ter ouvido falar dos protocolos de roteamento classless e classful. Protocolos como o RIPv1 e IGRP não transmitem a máscara da rede quando enviam suas atualizações de rotas e, por isso, são classificados com classful. Como consequência, eles não conseguem trabalhar bem com subredes e VLSM. A solução é adotar um protocolo de roteamento classless, como o RIPv2, EIGRP ou OSPF.

No entanto, o assunto aqui não é esse. Vou tratar aqui de uma característica menos conhecida. Vou falar do ambiente de operação do roteador, em relação ao processo de roteamento executado pelo roteador, quando consulta sua tabela de roteamento para encaminhar os pacotes. Este é um processo independente do protocolo de roteamento utilizado, seja ele classless ou classful.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

EIGRP - Protocolo de Roteamento de Gateway Interior Aprimorado

O Protocolo de gateway interior aprimorado (EIGRP, Enhanced Interior Gateway Routing Protocol) é um protocolo de roteamento classless de vetor de distância que foi lançado em 1992 com IOS 9.21. Como sugere seu nome, o EIGRP é um aprimoramento do Protocolo de roteamento de gateway interior (IGRP, Interior Gateway Routing Protocol) da Cisco. Ambos são protocolos proprietários da Cisco e operam somente em roteadores Cisco.